Neste domingo (31), será o dia do desfecho do Campeonato Paranaense da Divisão de Acesso 2011. A nona e última rodada do returno da competição terá as atenções voltadas para dois confrontos. Um no Estádio ABC no duelo entre Foz do Iguaçu e Londrina e outro em Prudentópolis, na disputa entre Serrano e Toledo.
Após toda a polêmica em torno da equipe do Toledo Colônia Work sobre jogar com a vantagem do regulamento, pelo lado do Londrina, o único objetivo frente ao Foz é a vitória. Isso porque o Tubarão precisa conquistar os três pontos para chegar a 23 e torcer por um empate ou derrota do Toledo contra o Serrano, para assim, conquistar o título de campeão do segundo turno e eliminar a segunda fase da competição. Desta maneira, o Londrina garante seu retorno para a primeira divisão e o Porco mesmo com empate ou derrota, também conquista a vaga por ser o segundo melhor da classificação geral.
E para alcançar o objetivo, o técnico Claudio Tencatti deve manter a mesma escalação da última partida quando venceu o Grêmio Metropolitano por 2 a 1. A única alteração deve ser a entrada de Carlópolis para substituir Wendell que cumpre suspensão por ter sido expulso na última rodada.
FICHA TÉCNICA
FOZ DO IGUAÇU X LONDRINA
Foz: Cleberson; Alison, João Renato, Diegão e Gilson; Bruno Guerreiro, Bahia, Fernandinho, R.Kanela, Almir Dias; Carreta.
Técnico: Pedro Caçapa.
Londrina: Danilo; Ayrton, Elson, Rogério e Carlópolis; Silvio, Bruno, Ricardinho e Silvinho; Warlley e Arthur.
Técnico: Cláudio Tencatti.
Local: Estádio ABC FC, em Foz do Iguaçu.
Data/Horário: 31/07/2011, às 15h30.
Árbitro: Adriano Milczvski
Assistentes: Adair Carlos Mondini e Arestides Pereira da Silva Jr.
fonte: redacaoemcampo.com.br
domingo, 31 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
O paranaense acredita que a violência está mais perto. Sete em cada
dez pessoas se sentem menos seguras hoje do que há cinco anos. É o
que mostra a consulta realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas em
todas as regiões do Estado. E a sensação de perigo iminente é
respaldada nas estatísticas que apontam, ano após ano, que todos os
índices de criminalidade estão em tendência de alta. A dona de casa Tereza Lima Babuja viveu o trauma de ser assaltada há
cinco anos, mas ainda hoje não se livrou do medo. “Eram uns cinco ou
seis homens. Eles colocaram um revólver no ouvido do meu marido, nos
prenderam em casa e levaram praticamente tudo. Foi horrível.
Passamos o Natal sem praticamente nada em casa”. O assalto ocorreu
quando a família ainda morava em Foz do Iguaçu (oeste do Estado). Mas o trauma permanece. “Hoje, o que eu mais tenho medo é assalto.”
Moradora da Rua Lindoia, no Jardim Alvorada (zona oeste), há cerca de
seis anos, ela define Londrina como uma cidade medianamente violenta.
Além de assalto, a dona de casa confessa ter medo de chegar em casa.
“O perigo maior está no portão.” No Paraná, a segurança pública é apontada como o principal problema
por mais da metade (56%) dos entrevistados. Especificamente para os
curitibanos, a preocupação é ainda maior – na faixa dos 62%. Já no
interior, cai para 54%. A percepção nacional, a partir de uma pesquisa
recente feita pelo Ibope, indica que a segurança é a terceira
preocupação dos brasileiros – atrás de saúde e educação. Anteriormente considerado tranquilo, o Paraná agora está, para metade
das pessoas ouvidas na pesquisa, na média dos demais estados
brasileiros no quesito violência. E para um a cada quatro consultados, o
Paraná é muito violento. Para a maior parte dos entrevistados, as drogas – tanto o uso (47%)
quanto o tráfico (40%) – estão associadas aos casos de violência. Uma
droga lícita, a bebida alcoólica (21%), aparece na terceira posição entre
os motivadores. No rastro desses três fatores é que são citadas causas
como falta de policiamento, questões sociais, corrupção e impunidade. Campanha A divulgação da pesquisa sobre a percepção de insegurança inaugura a
cobertura jornalística da campanha “Paz sem voz é medo”, do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom). Para saber o que mais está preocupando a população, o Instituto Paraná Pesquisa consultou 1.505 paranaenses – da capital, da região metropolitana de Curitiba e do interior. As entrevistas foram feitas em 70 municípios, entre os dias 8 e 15 de julho, com margem de erro de 2,5%. Murilo Hidalgo, diretor do Instituto Paraná Pesquisas, parceiro dos
veículos de comunicação do GRPcom na campanha, conta que o amplo levantamento revelou que as pessoas estão conectadas com os problemas que as cercam. “Segurança pública é uma preocupação nas
pequenas e nas grandes cidades”. Para ele, o que mais chamou a atenção foi a associação entre violência e drogas, citada por um número considerável de entrevistados. “Espero que daqui a um tempo quando a gente volte a consultar a população, a sensação de medo seja menor e o número de pessoas que sofreram violência também tenha caído”, pondera.
Fonte: jornal de londrina. Katia Brembatti
dez pessoas se sentem menos seguras hoje do que há cinco anos. É o
que mostra a consulta realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas em
todas as regiões do Estado. E a sensação de perigo iminente é
respaldada nas estatísticas que apontam, ano após ano, que todos os
índices de criminalidade estão em tendência de alta. A dona de casa Tereza Lima Babuja viveu o trauma de ser assaltada há
cinco anos, mas ainda hoje não se livrou do medo. “Eram uns cinco ou
seis homens. Eles colocaram um revólver no ouvido do meu marido, nos
prenderam em casa e levaram praticamente tudo. Foi horrível.
Passamos o Natal sem praticamente nada em casa”. O assalto ocorreu
quando a família ainda morava em Foz do Iguaçu (oeste do Estado). Mas o trauma permanece. “Hoje, o que eu mais tenho medo é assalto.”
Moradora da Rua Lindoia, no Jardim Alvorada (zona oeste), há cerca de
seis anos, ela define Londrina como uma cidade medianamente violenta.
Além de assalto, a dona de casa confessa ter medo de chegar em casa.
“O perigo maior está no portão.” No Paraná, a segurança pública é apontada como o principal problema
por mais da metade (56%) dos entrevistados. Especificamente para os
curitibanos, a preocupação é ainda maior – na faixa dos 62%. Já no
interior, cai para 54%. A percepção nacional, a partir de uma pesquisa
recente feita pelo Ibope, indica que a segurança é a terceira
preocupação dos brasileiros – atrás de saúde e educação. Anteriormente considerado tranquilo, o Paraná agora está, para metade
das pessoas ouvidas na pesquisa, na média dos demais estados
brasileiros no quesito violência. E para um a cada quatro consultados, o
Paraná é muito violento. Para a maior parte dos entrevistados, as drogas – tanto o uso (47%)
quanto o tráfico (40%) – estão associadas aos casos de violência. Uma
droga lícita, a bebida alcoólica (21%), aparece na terceira posição entre
os motivadores. No rastro desses três fatores é que são citadas causas
como falta de policiamento, questões sociais, corrupção e impunidade. Campanha A divulgação da pesquisa sobre a percepção de insegurança inaugura a
cobertura jornalística da campanha “Paz sem voz é medo”, do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom). Para saber o que mais está preocupando a população, o Instituto Paraná Pesquisa consultou 1.505 paranaenses – da capital, da região metropolitana de Curitiba e do interior. As entrevistas foram feitas em 70 municípios, entre os dias 8 e 15 de julho, com margem de erro de 2,5%. Murilo Hidalgo, diretor do Instituto Paraná Pesquisas, parceiro dos
veículos de comunicação do GRPcom na campanha, conta que o amplo levantamento revelou que as pessoas estão conectadas com os problemas que as cercam. “Segurança pública é uma preocupação nas
pequenas e nas grandes cidades”. Para ele, o que mais chamou a atenção foi a associação entre violência e drogas, citada por um número considerável de entrevistados. “Espero que daqui a um tempo quando a gente volte a consultar a população, a sensação de medo seja menor e o número de pessoas que sofreram violência também tenha caído”, pondera.
Fonte: jornal de londrina. Katia Brembatti
jovem se irrita com demora e quebra recepção do HU
Um jovem de 20 anos perdeu a paciência e destruiu a recepção do pronto-socorro do Hospital Universitário (HU) de Londrina na noite de sexta-feira (22). Revoltado com a demora no atendimento, ele usou um extintor para quebrar tudo que via pela frente. "Eu saí correndo, pensei que era tiro e corri", contou um dos pacientes, João Colli, à reportagem da RPC TV. O vidros foram quebrados e precisaram ser trocados pelo hospital, uma televisão e outros equipamentos foram danificados. Para a polícia, o jovem disse que aguardou atendimento na recepção do
HU por quatro horas. Mas, segundo a superintendente do hospital, Margarida de Carvalho , a espera durou pouco mais de uma hora. Para complicar a situação, o PS estava superlotado desde quinta-feira , com cerca de 80 pacientes internados. A capacidade é para 48 leitos. "Muitas vezes as pessoas esperam até por muitas horas, mas não foi o caso desse jovem", garantiu Margarida à reportagem da RPC TV. Ela ressaltou que o HU é um hospital de referência que jamais deve ser procurado de forma direta. O rapaz foi levado à delegacia e autuado em flagrante por danos ao
patrimônio público. Ele pagou fiança de R$ 300 e vai responder ao processo em liberdade.
Fonte: Jornal de londrina
HU por quatro horas. Mas, segundo a superintendente do hospital, Margarida de Carvalho , a espera durou pouco mais de uma hora. Para complicar a situação, o PS estava superlotado desde quinta-feira , com cerca de 80 pacientes internados. A capacidade é para 48 leitos. "Muitas vezes as pessoas esperam até por muitas horas, mas não foi o caso desse jovem", garantiu Margarida à reportagem da RPC TV. Ela ressaltou que o HU é um hospital de referência que jamais deve ser procurado de forma direta. O rapaz foi levado à delegacia e autuado em flagrante por danos ao
patrimônio público. Ele pagou fiança de R$ 300 e vai responder ao processo em liberdade.
Fonte: Jornal de londrina
Brasileirão 2011
Na estréia do
técnico Adilson Batista, o São Paulo
decepcionou a sua torcida e apenas
empatou, por 2 a 2, com o Atlético
Goianiense, no Morumbi. Mesmo assim,
por enquanto, é o vice-líder do Campeonato Brasileiro, com 22 pontos.
Até poderia perder a posição para o
Flamengo, que também vacilou ao
emaptar em casa com o Ceará,
permanecendo em terceiro lugar, agora
com 21 pontos. O líder disparado é o Corinthians, com 28 pontos, que
agradece o vacilo de seus mais diretos
concorrentes ao título da temporada. Outros dois jogos foram realizados neste
sábado à noite pela 11.ª rodada do
Brasileirão. Em Curitiba, o Atlético
Paranaense venceu pela primeira vez. Fez 2 a 1 sobre o Botafogo. Ameaçado
pelo rebaixamento, o América Mineiro não saiu do empate sem gols com o
Figueirense, em Sete Lagoas. Muitas chances, poucos gols O tricolor foi bem superior em campo, mas não soube traduzir isso em gols e no
resultado. Criou 16 chances, mas só converteu duas, contra quatro chances e
dois gols do visitante, que sempre esteve atrás no placar. Para o São Paulo marcaram Rhodolfo e Rivaldo, ambos de cabeça, enquanto
para os goianos anotaram Bida e Anselmo, de cabeça. O Atlético continua
lutando contra o rebaixamento. Mesmo sem técnico, após a demissão de PC
Gusmão, o time goiano chegou aos nove pontos, mas ainda dentro da zona de
queda, em 17.º lugar
Confira os resultados da 11.ª rodada:
Sábado
São Paulo 2 x 2 Atlético-GO
Atlético-PR 2 x 1 Botafogo
América-MG 0 x 0 Figueirense
Flamengo 1 x 1 Ceara
Domingo 16 horas
Corinthians x Cruzeiro
Fluminense x Palmeiras
Atlético-MG x Vasco da Gama
Bahia x Coritiba
Dia 5 de agosto
19h30 Grêmio x Santos
Fonte: Futebol no interior
técnico Adilson Batista, o São Paulo
decepcionou a sua torcida e apenas
empatou, por 2 a 2, com o Atlético
Goianiense, no Morumbi. Mesmo assim,
por enquanto, é o vice-líder do Campeonato Brasileiro, com 22 pontos.
Até poderia perder a posição para o
Flamengo, que também vacilou ao
emaptar em casa com o Ceará,
permanecendo em terceiro lugar, agora
com 21 pontos. O líder disparado é o Corinthians, com 28 pontos, que
agradece o vacilo de seus mais diretos
concorrentes ao título da temporada. Outros dois jogos foram realizados neste
sábado à noite pela 11.ª rodada do
Brasileirão. Em Curitiba, o Atlético
Paranaense venceu pela primeira vez. Fez 2 a 1 sobre o Botafogo. Ameaçado
pelo rebaixamento, o América Mineiro não saiu do empate sem gols com o
Figueirense, em Sete Lagoas. Muitas chances, poucos gols O tricolor foi bem superior em campo, mas não soube traduzir isso em gols e no
resultado. Criou 16 chances, mas só converteu duas, contra quatro chances e
dois gols do visitante, que sempre esteve atrás no placar. Para o São Paulo marcaram Rhodolfo e Rivaldo, ambos de cabeça, enquanto
para os goianos anotaram Bida e Anselmo, de cabeça. O Atlético continua
lutando contra o rebaixamento. Mesmo sem técnico, após a demissão de PC
Gusmão, o time goiano chegou aos nove pontos, mas ainda dentro da zona de
queda, em 17.º lugar
Confira os resultados da 11.ª rodada:
Sábado
São Paulo 2 x 2 Atlético-GO
Atlético-PR 2 x 1 Botafogo
América-MG 0 x 0 Figueirense
Flamengo 1 x 1 Ceara
Domingo 16 horas
Corinthians x Cruzeiro
Fluminense x Palmeiras
Atlético-MG x Vasco da Gama
Bahia x Coritiba
Dia 5 de agosto
19h30 Grêmio x Santos
Fonte: Futebol no interior
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Rapaz é flagrado no Tiro de Guerra com 'baseado'
Um jovem de 22 anos foi detido na manhã desta terça-feira (19) no Tiro de Guerra de Londrina com um cigarro de maconha, mais conhecido por 'baseado'. De acordo com o soldado Edison, da P5, Cirino Martins Santiago foi flagrado no momento em que fazia o exame de seleção.
O 'baseado' estava escondido no boné e quando foi obrigado a retirá-lo, a pedido do sargento do TG, o cigarro caiu no chão.
O jovem foi encaminhado à 10ª Subdivisão Policial (SDP) e autuado por porte ilegal de entorpecente.
Cirino já tem passagens por por roubo e furto, segundo a polícia.
Marilayde Costa - Redação Bonde
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