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sexta-feira, 2 de março de 2012

Rapaz é morto em bar nesta manhã em Cambé

Um rapaz de 30 anos foi assassinado na manhã desta sexta-feira (2) no interior de um bar na rua Bandeirantes, no Jardim Novo Bandeirantes, em Cambé, próximo a divisa com Londrina.

Segundo informações da reportagem da rádio Paiquerê AM, Eleandro Maciel da Silva foi morto com pelo menos três tiros por um homem que chegou no local escondendo o rosto com uma camiseta.

De acordo com a polícia, a vítima já havia sofrido outros atentados contra a sua vida, mas desta vez não sobreviveu.

A motivação do crime ainda é desconhecida. (Com informações da rádio Paiquerê AM)


Fonte: Redação Bonde

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Justiça decreta prisão temporária de suspeito de matar jogadora de vôlei

A Justiça decretou a prisão temporária do filho da jogadora de vôlei Maria Aparecida Galasso, de 53 anos, assassinada a facadas, no sábado (11), no apartamento da família, em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo. O estudante de direito de 22 anos confessou à polícia na quinta-feira (16) que participou do assassinato da mãe.

Em sua primeira versão sobre o caso, o jovem havia dito à polícia que foi vítima de um assalto e que mãe havia sido esfaqueada ao tentar defendê-lo do ladrão (leia mais abaixo).

O rapaz, que é filho único, teria dito em depoimento que mãe era dominadora, obrigava-o a trabalhar e a estudar, informou a Polícia Civil. No sábado, eles tiveram uma briga porque a mãe o tirou logo cedo da cama para que ajudasse na arrumação do apartamento para onde a família havia se mudado há poucos dias.

“Ele tinha tudo de bom. Tinha uma ótima educação. Era super protegido. Era o filhinho da mamãe”, afirmou Márcia Galasso, cunhada da vítima.

O estudante fez a confissão em depoimento na frente do próprio tio, irmão da jogadora de vôlei. O jovem teria dito que vinha sendo pressionado pela mãe, com quem tinha problemas de relacionamento. As investigações continuam para tentar identificar um homem que teria participado da ação e, no dia do crime, subiu com o estudante para o apartamento.

“Nesta sexta-feira, no interrogatório, ele confessou parcialmente o crime. Mas percebemos contradições desde o primeiro depoimento dele”, disse delegado divisionário Maurício Guimarães, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Outras versões
No dia do assassinato, o jovem havia relatado à polícia que tinha sido abordado por um assaltante na região da Barra Funda e que, em seguida, foi obrigado a seguir para o apartamento onde o criminoso pretendia consumar o roubo. A mãe, então, reagiu ao assalto e acabou morta a facadas, relatou o jovem naquele dia.

Ao ser questionado sobre contradições no depoimento, o estudante acabou confessando o assassinato, mas, mais uma vez, apresentou uma versão “bastante inverossímil”, segundo o delegado.

Na quinta-feira, o jovem também havia dado explicações diferentes. Disse, em depoimento, que conheceu o suspeito na Barra Funda, onde tinha ido comprar drogas naquele dia, e que tinha desabafado com ele, pois estava tendo problemas de relacionamento com a mãe. O suspeito então teria convencido-o a ir para o apartamento e "dar um susto" na mãe, disse o delegado.

Já no apartamento, por volta das 12h50 de sábado (11), a mãe, surpreendida pela dupla, teria questionado o filho da presença do desconhecido em casa, quando foi atingida a facadas, relatou o jovem antes. As demais facadas teriam sido dadas pelo próprio filho. O laudo sobre a causa da morte ainda não foi concluído, mas foram encontradas ao menos 17 facadas, segundo o delegado Luís Fernando Lopes Teixeira, da delegacia de chacinas do DHPP.

Suspeito procurado
Segundo a polícia, testemunhas relataram que o estudante desceu do apartamento às 13h25, todo ensanguentado e dizendo que a mãe havia sido morta. Momento antes, o outro rapaz, desconhecido, já tinha deixado o prédio, com a roupa limpa e asseada.

“Esse rapaz pode ter sido usado como um álibi preventivo. Não dá nem para dizer que ele participou ou que tenha visto o crime. Ele (o estudante) pode ter premeditado tudo. Por isso, aproveito para fazer um apelo para que este rapaz se apresente espontaneamente à polícia se ele considerar que não tem nada a ver com este crime”, afirmou Teixeira.

Outras contradições foram vistas pela polícia nas versões apresentadas pelo jovem. Em um dos depoimentos, ele havia afirmado que levou um carroceiro, que recolhia material reciclável na rua, para conhecer o apartamento. Testemunhas que viram a dupla afirmaram, porém, que o jovem estava bem vestido. Além disso, a descrição feita pelo estudante para o retrato-falado não é a mesma feita pelas testemunhas.

Durante o primeiro interrogatório, o filho da vítima chegou a apresentar uma outra versão para o crime. "Ele começou a dizer que tinha sido abordado por dois homens em uma loja de materiais para construção na marginal (Tietê). Eu falei então: 'Chega! Vamos contar a verdade? Aí, ele tentou outra versão. E cada vez que tentava consertar, diante dos questionamentos, só piorava a situação. Até que ele confessou, mas ainda há pontos que não batem", afirmou o delegado.

Segundo Teixeira, em 2009, os pais registraram um boletim de ocorrência no DHPP por desaparecimento do estudante, quando ele saiu de casa sem dar explicações. O casal é separado desde dezembro de 2011.

Tratamento psiquiátrico
O vendedor autônomo Marco Antônio Galasso, irmão de Maria Aparecida e tio do assassino confesso da mãe, disse, ao deixar a sede do DHPP, no Centro de São Paulo, que a "família inteira está chocada" com a confissão do sobrinho. "Ele vai ter que passar por um tratamento psiquiátrico e vamos deixar que a Justiça decida o destino dele", falou, bastante abalado.

Segundo ele, o rapaz não era usuário de droga e nem tinha motivos para cometer o crime. "Ele tinha de tudo, uma mãe excelente, estudou em bons colégios. Não dá para entender", concluiu.

Fonte: G1 - SP

Justiça decreta prisão temporária de suspeito de matar jogadora de vôlei

A Justiça decretou a prisão temporária do filho da jogadora de vôlei Maria Aparecida Galasso, de 53 anos, assassinada a facadas, no sábado (11), no apartamento da família, em Perdizes, na Zona Oeste de São Paulo. O estudante de direito de 22 anos confessou à polícia na quinta-feira (16) que participou do assassinato da mãe.

Em sua primeira versão sobre o caso, o jovem havia dito à polícia que foi vítima de um assalto e que mãe havia sido esfaqueada ao tentar defendê-lo do ladrão (leia mais abaixo).

O rapaz, que é filho único, teria dito em depoimento que mãe era dominadora, obrigava-o a trabalhar e a estudar, informou a Polícia Civil. No sábado, eles tiveram uma briga porque a mãe o tirou logo cedo da cama para que ajudasse na arrumação do apartamento para onde a família havia se mudado há poucos dias.

“Ele tinha tudo de bom. Tinha uma ótima educação. Era super protegido. Era o filhinho da mamãe”, afirmou Márcia Galasso, cunhada da vítima.

O estudante fez a confissão em depoimento na frente do próprio tio, irmão da jogadora de vôlei. O jovem teria dito que vinha sendo pressionado pela mãe, com quem tinha problemas de relacionamento. As investigações continuam para tentar identificar um homem que teria participado da ação e, no dia do crime, subiu com o estudante para o apartamento.

“Nesta sexta-feira, no interrogatório, ele confessou parcialmente o crime. Mas percebemos contradições desde o primeiro depoimento dele”, disse delegado divisionário Maurício Guimarães, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Outras versões
No dia do assassinato, o jovem havia relatado à polícia que tinha sido abordado por um assaltante na região da Barra Funda e que, em seguida, foi obrigado a seguir para o apartamento onde o criminoso pretendia consumar o roubo. A mãe, então, reagiu ao assalto e acabou morta a facadas, relatou o jovem naquele dia.

Ao ser questionado sobre contradições no depoimento, o estudante acabou confessando o assassinato, mas, mais uma vez, apresentou uma versão “bastante inverossímil”, segundo o delegado.

Na quinta-feira, o jovem também havia dado explicações diferentes. Disse, em depoimento, que conheceu o suspeito na Barra Funda, onde tinha ido comprar drogas naquele dia, e que tinha desabafado com ele, pois estava tendo problemas de relacionamento com a mãe. O suspeito então teria convencido-o a ir para o apartamento e "dar um susto" na mãe, disse o delegado.

Já no apartamento, por volta das 12h50 de sábado (11), a mãe, surpreendida pela dupla, teria questionado o filho da presença do desconhecido em casa, quando foi atingida a facadas, relatou o jovem antes. As demais facadas teriam sido dadas pelo próprio filho. O laudo sobre a causa da morte ainda não foi concluído, mas foram encontradas ao menos 17 facadas, segundo o delegado Luís Fernando Lopes Teixeira, da delegacia de chacinas do DHPP.

Suspeito procurado
Segundo a polícia, testemunhas relataram que o estudante desceu do apartamento às 13h25, todo ensanguentado e dizendo que a mãe havia sido morta. Momento antes, o outro rapaz, desconhecido, já tinha deixado o prédio, com a roupa limpa e asseada.

“Esse rapaz pode ter sido usado como um álibi preventivo. Não dá nem para dizer que ele participou ou que tenha visto o crime. Ele (o estudante) pode ter premeditado tudo. Por isso, aproveito para fazer um apelo para que este rapaz se apresente espontaneamente à polícia se ele considerar que não tem nada a ver com este crime”, afirmou Teixeira.

Outras contradições foram vistas pela polícia nas versões apresentadas pelo jovem. Em um dos depoimentos, ele havia afirmado que levou um carroceiro, que recolhia material reciclável na rua, para conhecer o apartamento. Testemunhas que viram a dupla afirmaram, porém, que o jovem estava bem vestido. Além disso, a descrição feita pelo estudante para o retrato-falado não é a mesma feita pelas testemunhas.

Durante o primeiro interrogatório, o filho da vítima chegou a apresentar uma outra versão para o crime. "Ele começou a dizer que tinha sido abordado por dois homens em uma loja de materiais para construção na marginal (Tietê). Eu falei então: 'Chega! Vamos contar a verdade? Aí, ele tentou outra versão. E cada vez que tentava consertar, diante dos questionamentos, só piorava a situação. Até que ele confessou, mas ainda há pontos que não batem", afirmou o delegado.

Segundo Teixeira, em 2009, os pais registraram um boletim de ocorrência no DHPP por desaparecimento do estudante, quando ele saiu de casa sem dar explicações. O casal é separado desde dezembro de 2011.

Tratamento psiquiátrico
O vendedor autônomo Marco Antônio Galasso, irmão de Maria Aparecida e tio do assassino confesso da mãe, disse, ao deixar a sede do DHPP, no Centro de São Paulo, que a "família inteira está chocada" com a confissão do sobrinho. "Ele vai ter que passar por um tratamento psiquiátrico e vamos deixar que a Justiça decida o destino dele", falou, bastante abalado.

Segundo ele, o rapaz não era usuário de droga e nem tinha motivos para cometer o crime. "Ele tinha de tudo, uma mãe excelente, estudou em bons colégios. Não dá para entender", concluiu.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Caso Amanda: advogados creem em anulação do julgamento

Alan Aparecido Henrique e Dayane de Azevedo enfrentaram o Tribunal do Júri em 30 de setembro deste ano. O julgamento durou 22 horas e foi transmitido na íntegra, em tempo real, pela reportagem do Bonde. No maior pico de acessos, durante o depoimento da professora Denise Madureira, foram registrados mais de 1,5 mil leitores simultâneos.

A decisão da juíza da 1ª Vara Criminal, Elizabeth Kater, saiu por volta das 6h30 do dia 1º de outubro. Alan e Dayane foram condenados a mais de 20 anos de prisão, mas a sentença não põe um ponto final na história.

Advogados dos dois condenados confirmaram que já entraram com pedido de anulação do julgamento, e estão otimistas quanto à reversão das penas aplicadas aos seus clientes.

Para Laércio dos Santos Luz, defensor de Alan Aparecido Henrique, o recurso deve chegar ao Tribunal de Justiça em Curitiba após março. O principal argumento dele para reverter a situação é a postura da juíza, que não teria respeitado as normas de condução da audiência.

"Ela deveria, em primeiro lugar, dizer sobre o que ele estava sendo acusado, perguntar se ele teve ou não participação no crime, mas foi direto ao assunto, fugiu à regra. Além disso, a juíza emitiu opinião em diversas oportunidades, como quando disse que o réu estava mentindo descaradamente", aponta Luz.

O advogado ainda reclama do fato de Alan ter ficado algemado durante as 22 horas do julgamento. "Foi uma cena vexatória para ele. Leva os jurados a entender que se trata de alguém muito perigoso".

Outro questionamento de Laércio Luz refere-se à pena imposta pela juíza da 1ª Vara Criminal. Segundo o advogado, a maneira como os anos de condenação foram apresentados fogem do parâmetros legais. "Existem regras para isso. O que ela fez foi um chute",criticou.

Para Silvio Arcuri, advogado que representa Dayane de Azevedo, é "grave" o vício de nulidade apresentado pela juíza durante a condução do julgamento. Ele acredita na anulação da decisão e na realização de um novo júri, que deve ocorrer no segundo semestre de 2012.

"Dayane está esperançosa por justiça, pela realização de um novo julgamento. Ainda devem aparecer os verdadeiros autores deste crime. Em caso de anulação, é formado um novo júri e ela entra como ré primária, como se este primeiro julgamento nem tivesse acontecido".

Outro acusado

Um terceiro acusado de participação no crime não foi julgado. Luiz Vieira da Rocha conseguiu recurso no TJ para ser julgado em separado. Ele deve enfrentar o tribunal ainda no primeiro semestre. O agendamento depende da demanda da 1ª Vara Criminal, mas a reportagem não conseguiu contato para confirmar a possível data porque o Judiciário está em recesso de final de ano.

Cássia Rocha, irmã do acusado, aguarda com ansiedade a data do júri. "Estamos esperando a decisão do Tribunal. Já faz três anos que meu irmão está preso injustamente. A verdade ainda vai aparecer".

Fonte: Marco Feltrin - Redação Bonde

terça-feira, 31 de maio de 2011

Família de Glauco espera que Cadu fique fora do convívio social



O advogado Ricardo Handro, que representa a família do cartunista Glauco Villas Boas e do filho dele Raoni, disse nesta terça-feira (31) que a notícia de que Carlos Eduardo Nunes, acusado de matar os dois, foi considerado inimputável pela Justiça Federal do Paraná já era esperada. Segundo o Ministério Público, devido à doença mental, Cadu era incapaz de entender que seus atos infringiam a lei.
“A notícia era esperada, fiquei com eles [a família] até 2h. Já era esperada diante do laudo, diante do parecer. Imaginávamos que o juiz fosse confirmar na sentença a inimputabilidade do assassino”, afirmou Handro. “Esperamos que ele fique afastado do convívio social.”
De acordo com o juiz Mateus de Freitas Cavalcanti Costa, o réu deve cumprir pena, de no mínimo, três anos em um hospital psiquiátrico. A decisão foi tomada na sexta-feira (27).
Carlos Eduardo está internado no Complexo Médico Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Ele foi preso em março de 2010, na Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu (PR), dois dias após o assassinato, quando tentava fugir para o Paraguai. Ele confessou o crime.

De acordo com o advogado da família de Glauco, seu trabalho será agora o de acompanhar os laudos médicos que serão feitos de três em três anos para avaliar a saúde mental de Cadu. “A maior questão que fica é a impressão de que daqui três anos ele sai. Mas isso está meio distante da realidade. Nosso trabalho é acompanhar esses laudos para ver se não vão cometer nenhum equívoco. Tentar reverter não é o caso”, afirmou o advogado.
Assassino confesso
Cadu frequentava a Igreja Céu de Maria, fundada por Glauco, inspirada nos cultos do Santo Daime e matou o cartunista e o filho, na cidade de Osasco, na Grande São Paulo.
Ele estava sob efeitos de maconha e haxixie no dia do crime. Cadu também é acusado de três tentativas de homicídio contra agentes federais, roubo, porte de arma com numeração raspada e tortura.
De acordo com o laudo apresentado pelo MP à Justiça, Cadu sofre de esquizofrenia paranoide, e por isso, é não é capaz de compreender a gravidade do ato cometido. A doença, também segundo o laudo, teria sido agravada “por conta do consumo imoderado de substâncias alucinógenas, do fanatismo religioso e da crença no sobrenatural”.
Enquanto os trâmites legais são seguidos para que Cadu seja encaminhado para um hospital psiquiátrico, ele deve permanecer no Complexo Médico Penal. Após o cumprimento da pena, Cadu deverá passar por exames para verificar se ele oferece ou não perigo à sociedade.

Fonte: G1 SP

quarta-feira, 30 de março de 2011

Filho de vereador é morto após assalto em Londrina

Um homem de 27 anos foi morto após assalto na noite desta terça-feira (29), na Vila Siam, em Londrina. O crime foi por volta das 20h55, na rua Comandante Carlos Alberto.

Raphael Galdino de Godoy morreu após receber um único disparo nas costas. Ele é filho do suplente de vereador conhecido como Godoy da Copel, que foi empossado em virtude da licença, por 125 dias, do Vereador José Roberto Fortini (PTC) no ano passado.

De acordo com o delegado-chefe de Londrina, Márcio Amaro, parentes da vítima haviam acabado de chegar de viagem e estavam descarregando a bagagem. Raphael saiu de casa quando percebeu a movimentação estranha de quatro elementos que passavam pelo local. Eles deram voz de assalto, mas um se assustou e acabou efetuando o disparo contra Raphael. Ele morreu no local. Assim, como o pai, o jovem também trabalhava na Copel.

"O que recebemos é que os parentes da vítima estavam chegando de viagem. O Raphael, quando viu os elementos suspeitos, saiu da casa para socorrer os familiares. Após darem voz de assalto, um dos elementos se assustou e atirou contra a vítima. O Raphael correu e morreu com um tiro nas costas. Após o disparo, os ladrões entraram no carro e saíram, mas como o veículo tem dispositivo de segurança, parou após sofrer pane seca e foi abandonado na avenida Santos Dumont", explicou o delegado.

O veículo Polo Sedan (placas AIR - 5655 de Londrina) foi abandonado em frente ao Aero Park Hotel, na avenida Santos Dumont. A Polícia Militar fez diligências pela região, mas não conseguiu encontrar nenhum suspeito.

O delegado Márcio Amaro informou que foram colhidos indícios no interior do carro e também requisitou ao hotel imagens das câmeras em frente ao local.

Fonte: Bonde.com.br

Comentário: Está segura ou não a cidade de Londrina. Quantos mais assassinatos desses terão que ocorrer??

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Londrina, PR

Cidade brasileira localizada no norte do estado do Paraná, com mais de meio milhão de habitantes, considerada a 2ª cidade mais populosa do estado e a 3ª maior do sul da país, ainda entre as mais importantes do sul juntamente com Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis e Joinville.
Tem uma das melhores Universidades Estaduais do Brasil (UEL) que atrai estudantes de todo o país.
Infelizmente, e não é só um problema dessa belíssima cidade, a violência vem assolando assustadoramente os conceitos de segurança no país. A população antigamente acostumada a ver, pela televisão, a violência crescente nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e outras regiões.
Mas ultimamente e em especial nas ultimas semanas o londrinense é obrigado a ver barbáries que acontecem em suas redondezas, leia-se localização central e periférica da cidade. Casos que assustam e revoltam os populares, pois nos últimos 9 (nove) dias foram 10 (dez) revoltantes casos de crimes hediondos, 3 ônibus incendiados, tentativa de assalto a banco e casa lotérica.
As mortes
06/04 – E. R. O., 26 anos, foi morto pelo irmão gêmeo depois de discutir por uma jaqueta, no Jardim Nova Londrina, zona oeste;
06/04 – M. C. C., 20 anos, foi morto com cinco tiros. Crime ocorreu no Jardim Marieta, zona norte;
09/04 – O. M. S., 34 anos, morto a pedrada no Jardim União da Vitória, zona sul;
09/04 – S. M. F., 33 anos, foi degolado depois de ter a motocicleta roubada. Corpo foi encontrado próximo a UEL;
11/04 – L. F. A. S., 21 anos, morto com cinco tiros. Crime ocorreu no Conjunto Alexandre Urbanas, zona leste;
12/04 – W. C. F., 26 anos, morto quando saía da universidade na região central. Assaltantes levaram o carro dele. Polícia ainda não prendeu nenhum dos autores do crime;
12/04 – E. I., 38 anos, foi morto com um tiro no rosto. Crime ocorreu na Vila Romana, na zona leste;
13/04 – M. R. A., 20 anos, levou três facadas na região do tórax no Jardim Franciscato, zona sul;
13/04 – A. C. S., 19 anos, morto com quatro tiros no distrito de Paiquerê, zona sul;
13/04 – E. S., 66 anos, vítima de assalto ocorrido, no dia 6, na Rua Itajaí, Vila Nova, região central. Vítima estava chegando em casa quando dois homens em uma motocicleta passaram e arrancaram a bolsa dela. Ester caiu e bateu a cabeça no meio-fio. Ela foi hospitalizada, mas não resistiu ao ferimento
Caso alguma autoridade da cidade possa se mobilizar com tais notícias, por favor lembrem-se que todos estão sujeitos. Os entes dessas e de todas as famílias sofrem.